quarta-feira, 30 de março de 2011

O evangelista do Lar


Ontem a noite fiz uma visita a casa de uma família de nossa igreja, e o texto para meditação de foi em 2 Timóteo 4.1ss. Com o tema focado na necessidade do evangelista do lar.

Amados como nossas famílias tem necessidades do evangelista que tenha amor e paciência para evangelizar as pessoas dentro de uma casa. Nossas igrejas no Brasil fazem todos os esforços possíveis, o que não é errado, para atrair pessoas ao templo, mas as mesmas pessoas que vão ao templo, não conseguem se dedicar de tal modo para continuar a evangelização dentro do seu próprio lar. Eu sei que alguém poderá dizer: “Pr Marcos se atualize, cultos domésticos é coisa do passado”. Tudo bem, até podemos pensar assim, mas a verdade é que o tempo que passamos dentro da igreja no culto não é o bastante para formar discípulos. Por isso é necessário mudança por parte dos cristãos e mais esforço na evangelização domestica.

Tenho uma pergunta a fazer a você meu amigo leitor. Qual é o seu melhor e maior público?

Um estádio de futebol lotado com 50 mil pessoas ou a sala de sua casa composta pelos seus filhos e cônjuge?

Espero que você faça parte do grupo que pensa na evangelização realizada dentro dos lares, porque o que o lar dos irmãos da igreja brasileira precisa de um evangelista que cumpra a ordem de Jesus quando disse, “... ide de casa em casa... e fazei discípulos. (Lucas 10; Mt 28.18-20)

Bem disse Paulo a Timóteo: “... tu porem faça a obra de um evangelista”

Por isso eu te desafio a ser um evangelista em seu próprio lar e quero saber se você vai aceitar. Faça e experiência e depois diga como foi. Conto contigo nessa cruzada de evangelização doméstica.

Em Cristo

Paz



sexta-feira, 25 de março de 2011

Noites evangelísticas de avivamento

Caros amigos, estou muito alegre porque outra grande porta de evangelização nos foi aberta pelo Senhor para falar a palavra de Deus.

Peço a todos que orem por nossa equipe, pois teremos doze noites de avivamento por ano num grandioso local, bem localizado e preparado para receber a palavra de Cristo. Sendo assim, convoco meus companheiros de oração, companheiros das cruzadas evangelísticas dos tempos da Cruzada Cristo é o Caminho que varreu o interior de São Paulo nas praças, quadras e auditórios, companheiros de ministério, cooperadores da obra de Cristo. Chegou uma das oportunidades que venho orando e pedindo ao Senhor. E nos preparamos para isso! Oramos,estudamos, e treinamos uma nova equipe aqui em são Paulo.

Portanto não esqueçam de nos colocar embaixo dos Joelhos em oração, pois nosso esforço nessa obra terá que ser ainda maior.

Breve postarei em meu blog, Orkut e Twitter todas as informações.

Desde já conto com todos.

Paz!

Pr Marcos Cruz

quinta-feira, 17 de março de 2011

PR MARCOS CRUZ: Meu sermão de quarta feira dia 16/03/2011

leia no blog do PR MARCOS CRUZ: Meu sermão de quarta feira dia 16/03/2011

Meu sermão de quarta feira dia 16/03/2011



Texto Mateus 5.13-16
Como é de conhecimento de muitos, estamos treinando a igreja em nosso culto de 4ª feira para evangelizar através de todos os meios possíveis. E o tema neste dia foi:
A Importância do Testemunho Pessoal.
É interessante observar o porque Jesus usou o sal nesse sermão. O sal é um ingrediente  utilizado para dar sabor e preservar os alimentos,no entanto é um produto de valor agregado baixo, sua exposição na gôndola do supermercado nem sempre é feita nos melhores pontos e poucas pessoas em raríssimos casos reclama do preço comercializado. Se usado adequadamente produz o bom sabor, se errado, estraga o banquete, por isso deve aparecer na medida certa.
Creio que Jesus usou o sal como referencia de santidade, objetividade e humildade. Sendo assim,Ele queria que os discípulos fossem zelosos, conservadores da sã doutrina e poderosos no testemunho de vida, a ponto de causar o desejo nos observadores de experimentar a novidade apresentada inicialmente pelo Salvador e, depois pelos apóstolos. 
Dias atras, abordei uma pessoa na tentativa de levá-la ao culto, mas o convite foi recusado por causa do mau testemunho que alguns irmãos apresentaram em lugares onde meu convidado transitava. É claro que argumentei em defesa da igreja, mas minha tentativa fracassou por que além de faltar o desejo na pessoa de ir ao culto, também tinha essa retórica de imprudência de alguns que se dizem cristãos.
Ser cristão é mudar de atitude, direção, é ter nova vida, linguajar, convívio, amigos, modos, maneiras e muito mais. Se assim fizermos, com certeza daremos bom testemunho aos nossos ouvintes e observadores que diariamente nos monitora, com isso muita gente será atraída para a igreja e alcançada pela exposição da palavra que os levará a conversão.
Portanto, quando Jesus disse que se o sal não der sabor só serve para ser lançado fora, estaria ele dizendo que um cristão sem testemunho também não tem valor? sendo assim,como está o seu testemunho? O que os vizinhos dizem de você? Seu testemunho é um poderoso meio de evangelização?
É hora de pensar, orar e aperfeiçoar o testemunho que diariamente apresentamos ao mundo não apenas com palavras mas também em toda nossa maneira de viver.




Meu sermão de quarta feira dia 09/03/2011

Apresentando a igreja aos convidados.

Nesta quarta feira no culto de ensino, tratamos sobre o dever de cada cristão dar atenção pessoalmente às pessoas identificadas como candidatos a evangelização.

Entre os assuntos, apresentamos a necessidade de o cristão conhecer a agenda da sua congregação, ao ponto de apresentar de forma convincente a qualquer convidado, todos os projetos que estão em andamento naquele momento expondo os benefícios de congregar naquela organização.

Há um grande número de crentes que não tem o menor conhecimento daquilo que está ocorrendo em sua congregação. Alguns nem na agenda da igreja tem, ou tem e não olham, e outros jogam fora todos os informativos da comunidade. Sem ter o que dizer, resta apenas a oportunidade de entregar um folheto acompanhado da conhecida frase Jesus te ama.

Devo dizer que também abordei a importância de se considerar os esforços dos irmãos para que a congregação funcione no mínimo o necessário. Observe que os irmãos trabalham muito para ensaiar, organizar festividades, coreografias, orações por todos, escolas dominicais, preparação para estudos bíblicos, pregações, jejuns e muitos outros trabalhos realizados com dificuldades e empenho.

Por isso reforcei a importância de reconhecer os esforços dos companheiros e honrá-los com nossa presença.

Realmente é muito bom ser abordado por alguém que ao nos convidar para um evento ou mesmo um culto público, traz consigo não apenas um panfleto contendo o carimbo de sua congregação, mas também o conhecimento de todas as atividades de cada departamento de sua igreja, além de nos convencer mostrando os benefícios de se ingressar ou apenas visitar a instituição a que pertence.

Conhecemos alguém assim?



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Meu sermão de quarta feira dia 16 de fevereiro de 2011

Texto Colossenses 2.6-7



Neste texto, o apóstolo Paulo fala a igreja sobre a necessidade de se manter firme na presença de Deus para resistir aos ataques do adversário e aos ensinamentos contrários a fé cristã.

O versículo 6 nos remete a dois tempos distintos. O primeiro é o dia em que a pessoa recebeu a salvação pela fé, e o segundo refere-se aos anos seguintes. A recomendação de Paulo é para que os irmãos vivam os últimos com a mesma alegria, expectativa e a dedicação do primeiro amor.

No versículo 7, encontramos outra lição que não podemos deixar de mencionar.

Antes porém quero dar um tema a este sermão.

As fases da vida de um cristão

A primeira, é a de se enraizar. Relacionada a profundidade do cristão no reino de Deus, intimidade com Cristo que será adquirida através de oração e leitura bíblica.

O salmista diz que quem tem intimidade com o Senhor é como árvore plantada junto ao ribeiro de águas que dá seu fruto na estação própria. (SL 1)

A segunda fase esta ligado a consolidação da fé cristã. Acredito que nem sempre a fé capaz de remover montanhas é gerada na pessoa instantaneamente no momento em que se decide por Cristo, antes passa por um processo até que atinja o ápice.

Então assim que o indivíduo aceita o plano de salvação, uma caminhada rumo ao amadurecimento será iniciada através da fé, dos estudos na EBD, nos cultos de ensinos e nas orações até que se torne um cristão consolidado. Muitos ao passar por situações de dificuldade vacilam na fé mostrando imaturidade.
Cristo falou disso ao dizer que quem confiar nele sem vacilar será como uma casa que foi construida sobre a rocha que permanecerá inabalável mesmo se atingida por uma tempestade. Em Romanos 5, o apóstolo Paulo disse que devemos nos alegrar também nas tribulações porque elas são produtivas.
A última fase está relacionado a alegria da salvação que toma conta de cada pessoa no dia do encontro com Cristo. Essa alegria deve ser crescente e abundante, pois ela é gerada pelo Espírito Santo em nosso espírito que ao transbordar enche alma e consequentemente se reflete no corpo, mostrando uma pessoa alegre e capaz de manter o equilíbrio diante das situações de tensões, tristezas e etc.

Portanto, o apóstolo Paulo está falando do dever do cristão de desenvolver intimidade com Deus, amadurecimento a respeito da redenção, regeneração e vida eterna e ainda se alegrar em qualquer situação sem perder nenhuma oportunidade de dar graças a Deus.



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O mal que assolava os Faraós

Ao ler a história dos faraós do Egito percebemos que até os poderosos sofrem de algum temor que os deixam inquietos e inseguros.

Quem intentaria alguma coisa contra um faraó? Qual exército poderia vencê-lo? Ou qual homem teria a coragem de aplicar um golpe de estado?

Lemos na bíblia, que os faraós já nasciam com esse direito de governar a nação, pois o trono passava de pai para filho e em muitos casos os irmãos se casavam para que o trono não saísse de dentro de casa. Por isso, a história mostra que a maioria deles morria com pouca idade como Tutancâmon ao se casar com sua irmã, os dois filhos nasceram mortos e morreu aos 20 anos de idade aproximadamente. O certo é que não deveriam se preocupar com o sucessor ao trono porque o poder estaria sempre em sua casa.

Durante os quatrocentos anos dos hebreus como escravos no Egito, houve muitos faraós que sofreram desse mal que geralmente ameaça quem está no poder. A bíblia fala que após a morte de José, outros faraós que não temiam a Deus subiram ao trono e passaram a oprimir o povo. E nesse período, imagino que Deus falava através de seus servos sobre o nascimento do libertador dos hebreus e certamente essa mensagem deve ter chegado ao conhecimento dos faraós e causou-lhes medo.

Para impedir essa possibilidade o poderoso monarca ordenou que todos os meninos filhos de hebreus com menos de dois anos fossem mortos a fio da espada, e o registro bíblico é que houve um grande extermínio no Egito naquela época. Mas Deus iluminou a mãe de Moisés com a brilhante idéia de colocar o menino numa cesta e enviá-lo a casa da filha do faraó. E deu certo!

Há algumas lições implícitas nesse episódio que convém destacar.

1- Ninguém governa ou tampouco será um escravo para sempre, logicamente haverá alguém em algum tempo que vai promover mudanças.

2- O medo de perder o poder cerca quase todos ou pelo menos a maior parte daqueles que tem o poder nas mãos, pois essa mesma lástima ocorreu nos dias do nascimento do Cristo vivo quando Herodes mandou matar todas as crianças abaixo de dois anos para coibir o surgimento do futuro rei de Israel.

Sendo assim, podemos imaginar que toda vez que surgir um possível sucessor para alguém, ou que ao menos ameace a posição daquele que detém o poder nas mãos, certamente será perseguido e sua morte desejada. E o pior é que os assassinos agem sempre da mesma forma, ou seja, matam aqueles que são promessas.

Contudo devemos ter a certeza de que Deus nunca permitirá que seus planos sejam frustrados por qualquer pessoa insegura, medrosa ou ciumenta. Mesmo com todas as artimanhas e estratégias nenhum homem nunca conseguirá impedir o plano de Deus para seu escolhido, pois a bíblia diz que os passos do homem bom são confirmados pelo Senhor.

Quanto ao faraó dos dias de Moisés, o medo de perder o poder foi tão grande que acabou conduzindo seu exército ao afogamento nas águas do mar vermelho e os hebreus escravizados e perseguidos comemoraram a grande vitória que Deus lhes proporcionou.

Afinal os que confiam no Senhor são como os montes de Sião que nunca se abalam mas permanecem para sempre. (Salmo 125.1)